Sejam bem vindos!!!

DIRETORIA DO CAQUI:
Maciel / Klysman / Rômulo / Thiane / Társila / Renato / Iran Sousa / Célio / Jéferson / Carlane / Lucas Abreu.

MENU

Mostrando postagens com marcador LABORATÓRIO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LABORATÓRIO. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de novembro de 2010

FAÇA VOCÊ MESMO: Desinfetante de pinho - Branco

Os desinfetantes são produtos químicos utilizados para combater os microorganismos existentes em locais favoráveis a sua proliferação, tais como: ralos e lugares onde vivem animais domésticos.

Existe uma infinade de desinfetantes (branco, transparente, creolina, etc), hoje estarei abordando um dos mais comuns no mercado, o desinfetante de pinho branco.




ACESSÓRIOS NECESSÁRIOS
- Tambor de plástico capacidade para 100 litros
- Embalagem plástica capacidade 5 litros
- Proveta 500 mL


MATÉRIAS-PRIMAS NECESSÁRIAS
- 1,2 Kg de óleo de pinho
- 250 g de Ricinoleato de sódio
- 2,5 L de detergente neutro
- 0,5 L de formol
- 0,5 L de brancol
- Água


MODO DE PREPARO

1) Na embalagem de 5 L adicione1,2 kg de óleo de pinho e 250 g de ricinoleato de sódio. Agite bem.

2) Adicione na mesma embalagem 0,5 L de detergente e agite, e reserve, pois, o material será usada mais a frente.

3) No tambor, adicione 70 L de água e 0,5 L de brancol, agite bem.

4) Em seguida, adicione 2,0 L de detergente neutro, e agite.

5) Adicione a mistura preparada na etapa 1, agite bem, e aguarde cerca de 1o minutos.

6) Adicione 0,5 L de formol e agite bem.

7) Adicione 27 L de água e agite.

8) Deixe o material em repouso por uma hora e envase e frascos de 0,5, 1 ou 2 litros.


IMPORTANTE: Por questões de segurança não se deve utilizar frascos de refrigerante para envasar produtos químicos em geral, além de que o produto deve receber identificação adequada (etiquetas resistentes a umidade), contendo decrição do produto e cuidados ao utilizar ou guardar o produto.

domingo, 15 de agosto de 2010

Segurança no laboratório


     A prática da Química, seja anível profissional ou de aprendizado, exige que regras de segurança sejam rigorosamente seguidas para evitqar acidentes e prejuízos de ordem humana ou material. Os acidentes podem, se tomadas as devidas precauções, serem evitados, ou ao menos terem suas conseqüências minimizadas.
     A seguir estão relacionadas algumas regras de segurança que você deverá colocar em prática para sua segurança e de seus colegas:
Use sempre o guarda-pó de algodão de mangas compridas, na altura dos joelhos e fechados;
Use calçados fechados de couro ou similar;
Não use relógios, pulseiras, anéisou qualquer ornamentos durante o trabalho no laboratório;
Não beba e não coma no laboratório;
Nunca use material de laboratório para beber ou comer;
É proibido fumar no laboratório ou em qualquer outro lugar que possa por em risco a segurança ou saúde das pessoas;
Caminhe com atenção e nunca corra no laboratório;
Nunca teste amostras ou reagentes pelo sabor e os odores devem ser verificados com muito cuidado;
Não leve a mão à boca ou aos olhos quando estiver manuseando produtos químicos;
Aventais de laboratório, luvas, óculos de proteção ou outras vestimentas não devem ser usados fora do laboratório;
Em caso de acidentes, mantenha a calma e chame o professor ou técnico responsável;
Objetos pessoais como bolsas, blusas, etc, devem ser guardados em armários de preferência em áreas externas aos laboratórios;
Brincadeiras são absolutamente proibidas nos laboratórios;
Use a capela sempre que trabalhar com solventes voláteis, tóxicos e reações perigosas, explosivas ou tóxicas;
As substâncias inflamáveis devem ser manipuladas em locais distantes de fontes de aquecimentos;
O uso de pipetadores é requerido em qualquer circunstância ao utilizar pipetas;
Lentes de contato não devem ser usadas em laboratórios, pois podem absorver produtos químicos e causar lesões nos olhos;
Óculos protetores de segurança são requeridos durante todo o período de trabalho no laboratório;
Nunca jogue reagentes ou resíduos de reações na pia, procure o frasco de descarte;
Ao final de cada aula, as vidrarias utilizadas durante o trabalho de laboratório devem ser esvaziadas nos frascos de descarte e enxaguadas com água antes de serem enviadas para limpeza;
Vidrarias trincadas, lascadas ou quebradas devem ser descartadas e o técnico ou responsável deve ser avisado;
Antes de manipular qualquer reagente deve-se ter conhecimento de suas características com relação à toxicidade, inflamabilidade e explosividade;
Deve-se tomar cuidados especiais quando manipular substâncias com potencial carcinogênico;
Os reagentes e soluções devem ser claramente identificados e as soluções apresentar data de preparo, validade e o nome do analista que a preparou;
Todo acidente com reagentes deve ser limpo imediatamente protegendo-se se necessário. No caso de ácidos e bases devem ser neutralizados antes da limpeza;
Siga corretamente o roteiro de aula e não improvise, pois improvisações podem causar acidentes, use sempre materiais e equipamentos adequados;
Todas as substâncias são tóxicas, dependendo de sua concentração. Nunca confie no aspecto de uma droga, deve-se conhecer suas propriedades para manipulá-la;
Receber visitas apenas fora do laboratório, pois elas não conhecem as normas de segurança e não estão adequadamente vestidas.
     Essas são algumas regras gerais que devemos seguir durante um trabalho no Laboratório. Durante o curso, em cada experimento serão relacionadas outras mais específicas, inclusive sobre os reagentes a serem manipulados.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

aparelhagens de laboratório

Algumas aparelhagens de laboratório.

Frasco de Erlenmeyer - Utilizado em titulação, aquecimento de líquidos, dissolução de substâncias e realização de reações. Quando aquecê-lo, empregue o tripé com a proteção da tela de amianto.
Balão de fundo chato - Nele são aquecidos líquidos e realizadas reações com liberação de gases. Para aquecê-lo, use o tripé com a proteção da tela de amianto.
Béquer- Apropriado para reações, dissolução de substâncias, precipitações e aquecimento de líquidos. Para levá-lo ao fogo, use tripé com a proteção da tela de amianto.
Alonga- serve para conectar o condesador ao frasco coletor nas destilações, direcionando o fluxo de líquido.
Funil - O funil é utilizado para filtração, sendo que para filtrações mais delicadas (geralmente, em análises quantitativas), emprega-se o funil analítico, que tem diâmetro pequeno e haste maior. Às vezes, o analítico apresenta internamente estrias no cone e na haste.
Mangueira - usada para conectar e transportar a água para o condensador, ou outras utilidades.

Tubo de ensaio - Empregado para reações em pequena escala, principalmente testes de reação. Com cuidado, pode ser aquecido diretamente na chama do bico de Bunsen.
Condensador- Dispositivo para liquefazer vapores. É utilizado na destilação de soluções.
Bastão de vidro - baqueta ou bagueta. Haste maciça de vidro com que se agitam misturas, facilitando reações. É utilizado, principalmente para ajudar na dissolução de substâncias sólidas em líquidas.

Pipeta graduada e pipeta volumétrica - São utilizadas para medir com exatidão e transferir pequenos volumes de líquido. (Nunca se deve pipetar líquidos com a boca, utilize uma "pera" para puxar o líquido.












Bico de Bunsen - Também conhecido como búnsen. É a fonte de aquecimento mais empregada em laboratório. No entanto não se deve utilizá-lo para aquecer substâncias inflamáveis, para isso, deve-se utilizar uma chapa elétrica.
Cadinho - Geralmente é feito de porcelana. Serve para calcinação (aquecimento a seco e muito intenso) de substâncias. Poder ser colocado em contato direto com a chama do bico de Bunsen. Aguenta altas temperaturas, dependendo do material que foi feito.
Suporte universal - É empregado em várias operações, para sustentação de peças.
Vareta de vidro - Cilindro oco, feito de vidro de baixo ponto de fusão. Interliga peças como balões, condensadores, erlenmeyers etc.
Tripé de ferro - Sustentáculo utilizado com a tela de amianto para aquecimento de várias vidrarias.
Anel, ou argola - Preso à haste do suporte universal, sustenta o funil na filtração universal.
Pinça simples - Espécie de braçadeira para prender certas peças ao suporte universal.
Termômetro - usado nas medidas de temperatura.
Garra de condensador. Espécie de braçadeira que prende o condensador (ou outras peças, como balões, erlenmeyers etc.) à haste do suporte universal.
Estante de tubos de ensaio - Serve para alojar tubos de ensaio.
Pinça de madeira - Utilizada para segurar tubos de ensaio em aquecimento, evitando queimaduras nos dedos.
Cápsula de porcelana - Recipiente para evaporar líquidos.

Vidro de relógio - Peça côncava para evaporação em análises de líquidos. Para aquecê-lo, use tripé com tela de amianto.
Bureta - Serve para medir volumes, principalmente em análises. É utilizada para realizar medidas precisas de volume, também é utilizada em titulações.

Triângulo de porcelana - Suporte para cadinhos de porcelana colocados em contato direto com a chama do bico de Bunsen.
Tela de amianto - Serve para evitar o aquecimento direto de vidros refratários distribuindo o calor do bico de gás de forma uniforme.
Almofariz e pistilo - Empregados para triturar e pulverizar sólidos.
Frasco de Kitassato - Compõe a aparelhagem das filtrações a vácuo. Sua saída lateral se conecta a uma trompa de vácuo. É utilizado para uma filtragem mais veloz, e também para secagem de sólidos precipitados.
Balão de destilação - Destinado a destilação, pode ter um ou dois gargalos.

Funil de decantação - Utilizado na separação de misturas de líquidos imiscíveis.
Dessecador - Nele se guardam substâncias sólidas para secagem. Sua atmosfera interna deve conter baixo teor de umidade, para isso, utiliza-se agentes secantes, como sílica gel.
Pinça de Mohr e pinça de Hofmann - Servem para reduzir ou obstruir a passagem de gases ou líquidos em tubos frexíveis.
Provetas - Destinadas a medir volumes de líquidos e preparo de soluções.
Pinça metálica ou tenaz - Serve para manipular objetos aquecidos.
Pisseta - Frasco para lavagem de materiais e recipientes por meio de jatos de água, álcool e outros solventes.
Furadores de rolhas - Jogo de furadores utilizado para produzir orifícios de diferentes diâmetros em rolhas de cortiça ou de borracha.
Espalhador de chama - Adaptado ao bico de Bunsen, produz chama larga, apropriada para dobrar varetas de vidro.
Trompa de vácuo - Equipamento que, ligado à uma torneira, faz sucção nas filtrações à vácuo.

balança - Utilizada para efetuar medidas de peso de substâncias, sendo possível uma determinada precisão de massa. É a balança mais utilizada em laboratórios qualitativos.
Balão volumétrico - É utilizado para realizar reações sem aquecimento, no entanto, ele também pode ser aquecido, sendo utilizado uma manta aquecedora ou até mesmo adaptações com bico de bunsen.
Funil de Buchner - Utilizado para realização de filtragem à vácuo, é empregado juntamente com o kitassato.
Chapa elétrica e agitador - É utilizada para o aquecimento de substâncias de uma forma em geral, principalmente as substâncias inflamáveis. Esta é a forma mais comum e segura de aquecimento em um laboratório de química, atualmente. Ela também pode ser utilizada para o agitamento de soluções, aquecidas ou não.
Aparelhagem de destilação - Montagem de aparelhos para uma destilação. É utilizado, um condensador reto, uma alonga, um balão volumétrico, um adaptador para destilação e uma manta aquecedora.
Funil para sólidos - É utilizado para direcionamento de sólidos à um recipiente com a abertura reduzida.
Conta gotas - É utilizado para retirar pequenas quantidades de volume de líquidos de soluções.